De acordo com o diretor do Instituto do Sono da Flórida, Dr. William Kohler, essa é uma
experiência pela qual passam 70% das pessoas e que possui até mesmo um termo médico
para defini-la: mioclonia noturna. Esses espamos involuntários podem ocorrer em pelo menos
duas etapas do sono: junto com algum sonho durante a fase de movimento rápido dos olhos
(REM) ou até mesmo antes do corpo começar a sonhar, quando estamos apenas começando
a cair no sono.
Em entrevista para a NBC News, o Dr. Kohler conta que muita gente pensa que esse
comportamento está associado a um alto nível de stress, ansiedade ou noites mal dormidas,
mas a verdade é que ainda não sabemos ao certo por que isso acontece.
Prováveis causas
O diretor executivo e cientista sênior James K. Walsh, do Centro de Pesquisa e Medicina do Sono
do Hospital St. Luke, nos Estados Unidos, acredita que, enquanto o corpo adormece, ele passa
por curtos períodos de REM, ocasiões em que os músculos relaxam e sensações semelhantes às
dos sonhos podem ocorrer.



